O Guarani

8 de março de 2010

Já faz mais de um mês que eu to lendo O Guarani, do José de Alencar, Zé para os íntimos (mas como eu não sou nem um pouco íntima dessa pessoa, deixa o nome completo mesmo). Tive que ler esse livro pra aula de literatura e confesso que eu não vejo a hora de acabar. Está bem, é uma grande memória para o Romantismo e blablabla, mas eu não achei muito legal não. Eu to querendo terminar esse livro há muito tempo, mas parece que quanto mais eu vou engolindo as páginas, mais longe eu fico do final e isso me deixa nervosa.


Acontece que eu resolvi ir ao teatro com meu avô, ontem, assistir a um concerto musical de uns amigos dele. Foi bem legal, principalmente porque tinha um piano lindo lá no palco e a pianista era fantástica.
Eu entrei no teatro, sentei na terceira fileira e fiquei por lá, admirando o ambiente. Eis que eu olho para o teto e adivinha o que eu vejo? Um desenho. Uma pintura, para ser mais exata. No teto inteiro. Havia uma onça, algumas árvores, guerreiros, uma tribo, um índio, uma moça loira... HEY! Eu conheço isso!
Pois é, não é de se admirar que até no teatro, num ambiente cultural, essas obrigações tenham me infernizado. Tá, era uma pintura bem bonita, confesso. Mas poxa, logo O Guarani?
Não é a toa que o teatro se chama Guarany e eu nem tinha me dado conta disso.



Manie
estudante de jornalismo, escritora por amor e professora nas horas vagas. 22 anos, moro em Floripa com meu companheiro e tomo cerca de 5 doses de café diárias. amo cheiro de livro velho e sou gamada numa biblioteca. adoro vinho barato, noites frias - dessas que sai fumacinha da boca. sou rolezera, mas também gosto de ficar em casa de buenas fazendo sopa.

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