Agradeça-me.

21 de junho de 2010

Sinto como se estivesse congelando por dentro.
Minhas veias transportam o ódio que você despejou dentro de mim.
Meu sorriso estampa a vergonha de um dia ter te amado.
Meus olhos despejam toda a tristeza que esses dias ao seu lado me proporcionaram.
Minhas unhas crescem afiadas como a estaca com a qual você perfurou o meu coração.
Minha voz soa rouca como o sino enferrujado da Igreja, ao anunciar o funeral.
O funeral...
O seu funeral.



Agradeça-me.

Manie
Estudante de jornalismo, escritora por amor e professora nas horas vagas. Tenho 22 anos, moro em Floripa com meu companheiro e tento ver graça nas coisas simples do dia-a-dia.

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