O preço do amanhã

09/11/2011


Domingo passado eu precisava fazer o tempo passar rápiItálicodo. Contei o dinheiro na carteira e deu pra comprar uma entrada pro filme O Preço do Amanhã. Entrei na sala sem muita expectativa, porque achei que fosse mais um enlatado perdido e sem graça. Me enganei (o engano foi tão grande que o pronome oblíquo veio antes).

O filme se passa no futuro, época em que as pessoas nascem com uma espécie de relógio dentro da pele e se baseiam nele para viver. A personagem de Justin Timberlake acorda todos os dias com menos de 24 horas dentro de si e deve trabalhar duro para ganhar seu salário (em forma de tempo) e, com isso, evitar que seu relógio zere e, consequentemente, que morra instantaneamente. Porém, com o decorrer do tempo, essa personagem descobre que há pessoas que têm consigo mais de meses, décadas... séculos. Indignado, ele tenta quebrar esse sistema injusto e, com a companhia de uma amizade colorida, se envolve nos mais perigosos planos.

Nesse filme a correria é grande e o tempo literalmente é dinheiro.
E eu, sem dúvidas, não perdi tempo, nem dinheiro, ao assisti-lo.

Trailer:


Meu perfil no FILMOW

Manie
Estudante de jornalismo, escritora por amor e professora nas horas vagas. Tenho 22 anos, moro em Floripa com meu companheiro e tento ver graça nas coisas simples do dia-a-dia.

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