"Não faça isso..."

06/07/2012

"Afaste-se! Não se aproxime!"
"Me dê sua mão, eu puxo você de volta (...)"



Não, eu não fui para Marte (ainda). Confesso que estou cheia de ideias pra futuros textos, mas o que falta é tempo pra digitar todas elas! Enquanto acumulo as gavetas da minha mente, resolvi voltar para comentar uma experiência incrível que eu tive há alguns meses.

Titanic. É, o filme em que o navio afunda, que o carinha morre congelado no final, que o carinha desenha a mocinha sem roupas, etc... Mas para mim vai muito além disso. Esse filme acompanhou minha infância inteira e me fez decorar as falas de tantas vezes que eu assisti. Mas ah, eu sou da época da fita de vídeo, né galera... Porém, uma fita original naquela época era quase um ingresso 3D Imax hoje em dia, de tão caro. Aí o que me restava era pegar a fita emprestada com a vizinha, que tinha gravado o filme em uma das vezes em que ele passou na televisão. Esse empréstimo já havia se tornado constante, até que passou na tv novamente e eu pude então gravar a minha própria fita. O que importa agora é que faz muito tempo que eu não vejo aquela fita, mas ela ta guardadinha para que, no futuro, eu possa mostrar pros meus filhos: "Não, isso não é um fóssil de dinossauro, querido... É uma fita de vídeo".

 Eis que, ano passado, descobri que o filme retornaria aos cinemas em maio de 2012...


Foi uma longa espera até o mês de maio, mas eu sobrevivi até lá! 
Ver Titanic no cinema foi uma experiência sem explicação. Além de tudo, foi em 3D! Pra quem tinha passado anos vendo o mesmo filme em fita de vídeo, naquela tv pequena, na sala de casa, foi quase entrar no guardarroupa e ir pra Nárnia!! Voltei à minha infância, revivi cenas inesquecíveis, chorei que nem criança, dividi pipoca com o meu escritor-cientista particular e vi o Titanic afundar em 3D. Sem mais.



Ah, como se não bastasse, para finalizar meu momento fuck yeah, depois de uma semana comprei as duas fitas originais em um sebo. Agora eu posso morrer em paz!


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Em breve, as ideias dos futuros textos sairão da gaveta mental e virão pra cá. 

Manie
Estudante de jornalismo, escritora por amor e professora nas horas vagas. Tenho 22 anos, moro em Floripa com meu companheiro e tento ver graça nas coisas simples do dia-a-dia.

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