Não me abandone jamais

1 de agosto de 2013


Eu conheci Não Me Abandone Jamais (Never Let Me Go) através da adaptação em filme, em 2011, por sugestão de duas amigas minhas. Assisti e me apaixonei pela história, então fiquei um tempão procurando o livro nas livrarias aqui em Santos, mas não achei. 

Foi aí que conheci a Avenida Paulista e fiz questão de entrar na livraria Cultura com meus amigos. Meus olhinhos nem acreditaram quando achei o livro na versão original por 19,90. Cara, no site de algumas livrarias ele custa quase 100 reais! Sambei de felicidade na livraria, claro. 


O livro, como de costume, é bem mais detalhado e contém muitas passagens que o filme não adaptou, mas gostei muito tanto de ler como de assistir. 

Kathy H, narrando o livro aos 31 anos de idade, conta pra gente a história que ela viveu com seus dois amigos Ruth e Tommy, em Hailsham, um internato londrino. Lá, os alunos são vistos como especiais e é justamente o motivo de eles serem especiais que vocês devem descobrir lendo o livro! Eu acho esse ponto fundamental para criar aquele sentimento de 'COMO ASSIM?' em vocês, enquanto estiverem lendo.


Se fosse pra associar a história a uma palavra, eu diria: triste. É aquele tipo de livro que nos deixa com o coração apertado em uma porção de cenas, pra gente ficar com vontade de invadir as páginas e falar "não faz isso!" ou "faz isso!", sabe? Além disso, trata-se de uma distopia, que pelo o que eu aprendi, é uma utopia do avesso, onde uma minoria exerce poder sobre outra que, submetida muitas vezes sem uma explicação racional, obedece às ordens impostas. 

O livro me fez refletir na questão da humanidade. O que é mais importante: sobreviver às doenças físicas ou emocionais? Ser humano é aquele que come, dorme, ama, estuda? O que faz eu, você e todo mundo ser humano

Confira a resenha do filme AQUI.

Alguém aí conhece a história?

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Manie
estudante de jornalismo, escritora por amor e professora nas horas vagas. 22 anos, moro em Floripa com meu companheiro e tomo cerca de 5 doses de café diárias. amo cheiro de livro velho e sou gamada numa biblioteca. adoro vinho barato, noites frias - dessas que sai fumacinha da boca. sou rolezera, mas também gosto de ficar em casa de buenas fazendo sopa.

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