5 músicas que tinham tudo pra ser deprê, mas me fazem feliz

08/01/2015

Não sou mais aquela menina de 13, que tinha franja jogada na cara, lápis de olho virando sombra das trevas e pá, mas ainda gosto de músicas que muita gente considera triste. Acontece que, de alguma maneira, essas misturas de sons me fazem um bem danado.


Pois bem, vamos aos TOP FIVE MAIS DEPRÊS-QUE-NOS-ARRANCAM-SORRISOS SONGS dessa incrível noite de verão desumano! 

EM QUINTO LUGAR: 
O mundo é um moinho - Cartola

Ouço Cartola desde menina, antes mesmo de saber quem ele era. Tudo graças ao meu vô, que é violonista e fã do cara. Ela é a mais pura síntese do que é crescer e a relação disso com os nossos sonhos, de um jeito meio pessimista. Mas esse pessimismo não me impede de sentir coisas boas ao escutá-la. 


EM QUARTO LUGAR: 
How- Regina Spektor


Minha cantora favorita, dona da voz mais doce desse mundo (e de um pedaço da parede do meu quarto), a Regina arregaça os coração tudo com How. Mas é linda, eu amo.


EM TERCEIRO LUGAR: 
Atlantic- Keane

Keane tinha que estar nessa lista por motivos de: 99,9% de suas músicas são deprê. Essa vem sendo uma das minhas favoritas, mas a famosa Somewhere Only We Know não fica atrás. 



EM SEGUNDO LUGAR: 
Feito pra acabar - Marcelo Jeneci

Até hoje não consegui ouvir essa música sem chorar, porque meu caralho, que coisa mais linda. Essa letra e essa melodia se juntam de uma forma tão harmônica e tão tocante que, sério, é uma das combinações mais bem feitas do mundo musical. 


EM PRIMEIRÍSSIMO AWARDS SADNESS LUGAR: 
Paranoid Android - Radiohead

POR FAVOR, né. Radiohead nunca que ia ficar fora dessa lista e é óbvio que o primeiro lugar dela vai pra eles. Fiquei na dúvida cruel de qual das músicas escolher, mas optei por Paranoid Android, que vem me acompanhando no celular ultimamente. 


Quero saber que músicas deprês fazem vocês sorrirem. Afinal, requebrar ao som de Beyoncé é muito fácil... Quero ver sambar no Radiohead.

Manie
Estudante de jornalismo, escritora por amor e professora nas horas vagas. Tenho 22 anos, moro em Floripa com meu companheiro e tento ver graça nas coisas simples do dia-a-dia.

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