Fahrenheit 451

14 de maio de 2015

Você consegue imaginar como seria viver num mundo onde os livros fossem proibidos? Mesmo que você não seja um leitor voraz, sabe que essa realidade seria, no mínimo, vazia. Até a pessoa que menos lê nesse mundo sabe que existem milhões de universos nas páginas que encontramos por aí, nas livrarias e bibliotecas. 


Guy Montag é um bombeiro cuja função não é apagar incêndios, mas sim causá-los. Isso mesmo. "Todos os livros devem ser queimados", eis a lei maior. Mesmo diante dessa realidade, perturbado com indagações que passa a fazer a si mesmo sobre a realidade na qual ele vive, Montag rouba um livro e esconde em casa. 

Não posso deixar de mencionar o quanto essa parte do livro me lembrou Liesel Meminger, a garotinha de "A Menina que Roubava Livros", mais conhecido como meu livro favorito. Diante de um sistema totalitário que proibia a circulação de determinados livros, Liesel esconde um livro dentro do casaco. Isso se passa onde? Sim, num incêndio! Pontinhos para Fahrenheit 451.
Se não quiser um homem politicamente infeliz, não lhe dê os dois lados de uma questão para resolver; dê-lhe apenas um. Melhor ainda, não lhe dê nenhum. [página 79]
Fiquei tão empolgada lendo essas páginas, que resolvi resenhá-las em um vídeo. Amo escrever, mas tem coisas que eu prefiro falar. 


ISBN: 9788525057501
 Editora: Globo de Bolso
Páginas: 214
★★★★★

Onde comprar: Cultura  / Saraiva / Submarino

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Manie
estudante de jornalismo, escritora por amor e professora nas horas vagas. 22 anos, moro em Floripa com meu companheiro e tomo cerca de 5 doses de café diárias. amo cheiro de livro velho e sou gamada numa biblioteca. adoro vinho barato, noites frias - dessas que sai fumacinha da boca. sou rolezera, mas também gosto de ficar em casa de buenas fazendo sopa.

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