Vini veio me ver

30/06/2016

Depois de praticamente 4 meses sem abraçar aquele serumaninho, finalmente ele veio me ver. Pesquisamos a passagem em abril, $porque sim$, então tivemos que aguentar a ansiedade e fazer mini contagens regressivas quando o dia do reencontro se aproximou. Pra quem não sabe, namoramos à distância desde que eu me mudei, mas pra saber mais sobre esse fato esplendoroso, visita nosso blog

Antes dele chegar, a gente tinha pensado em gravar vídeos com efeito vintage com flashes da viagem dele aqui pra Floripa, mas a realidade é que a gente esqueceu. No fim das contas, valeu muito à pena, porque tiramos algumas fotos e o resto dos 3 dias e meio que esquecemos os celulares e câmeras. 

~coisas que acho interessante citar aqui no blog~

- Levei ele pra comer pastel + caldo de cana no Mercado Público, porque é um lugar super turístico e agradável, daí na hora que ele pegou o copo de caldo de cana, perguntou se tinha limão e eu disse que sim, e então lembrei que ele odeia limão. Ele bebeu tudo mesmo assim, falando que nem dava pra sentir o gosto, mas na real dava sim.

- Ficamos num hostel (Che Largarto, perto da Joaquina) onde teve uma festa junina, compramos 3 long necks pra cada e só no final ele percebeu que a Budweiser era mais forte, daí rolou mini arrependimento de ter comprado as duas primeiras de outra marca - sendo que uma delas tinha quase 100ml a menos, pelo mesmo preço.

- Fomos todos animados pra um lugar chamado Casa de Noca, perto do hostel, pra dançar uns forró, daí quando chegamos não tinha ninguém, além de um casal. Fizemos cara de ''ok, já pagamos a entrada, vai ser ótimo", e naquele último fio de esperança vimos que o público todo tava no andar superior.

- Dormimos tarde em todas as noites, mas acordamos super animados porque o café da manhã tava incluso e era das 8h às 10h, e é óbvio que é a parte mais legal de se hospedar, seja lá onde for.

- Na última noite, antes de dormir, ele cantou o primeiro verso de "Quando bate aquela saudade", do Rubel, e eu chorei. Daí pedi pra gente cantar Molejo, mas não cantamos.

Eu disse que ia lidar muito bem com o nosso adeus temporário, mas tô toda louca aqui de saudades já. Saí do aeroporto com uma vontade imensa de entrar naquela mala, porque não aguento a ideia de não poder encostar nele sem precisar planejar uma viagem cara com meses de antecedência. Mas a gente tá aprendendo juntos a lidar com isso tudo e eu não me arrependo nem um pouco de ter me apegado tanto ao ser humano que ele é. 

Ontem de manhã, uma das meninas que moram comigo comentou que desde que ela falou com o namorado dela pela primeira vez, eles mantém a mesma conversa. Ela disse que é uma longa conversa e não várias pequenas conversas, porque na verdade eles nunca pararam de se falar. Com a gente é assim e eu achei esse pensamento dela muito bonito, daí quis encaixar aqui nesse post também.

Foram dias que fazem a gente sentir aquela leve angústia depois que terminam, de tão bonitos, e ao mesmo tempo a certeza de que a gente tá fazendo a coisa certa. 



Manie
Estudante de jornalismo, escritora por amor e professora nas horas vagas. Tenho 22 anos, moro em Floripa com meu companheiro e tento ver graça nas coisas simples do dia-a-dia.

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